terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Monumenta recupera orlas de Cachoeira e São Félix
Alertados para o fato de que a tradicional festa junina é realizada no local, as obras foram iniciadas próximas ao palanque oficial. Larissa Melo garante que até junho o espaço já estará recuperado e disponível para a realização do evento.
Por Jamile Teixeira, Joseane Vitena, Marlene Lima e Nirane Lopes.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Flores na praça
EMPREENDEDORISMO:Empresas no ramo floricultor estiveram presentes no evento,o que demonstra um aspecto importante na descoberta ddeste novo filão em Cruz das almas.Para o prefeito Orlandinho,o ramo de flores se constitui como atividade promissora,que gera emprego e renda,dando o direito à ocupação nas comunidades.Já o integrante do projeto Flores da Bahia reclama da falta de divulgação,mas vê com bons olhos a inserção desta atividade na vida economica da cidade.A partir de agora,alem da cultura do fumo,citricos e mandioca,Cruz das Almas se tornou a terra das flores.
quinta-feira, 31 de maio de 2007
Competição e Festa em mais um São João
O mês de junho próximo a chegar faz com que a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo da Cachoeria entre em ritmo intenso de atividade, em função dos preparativos do São João, tão esperado pelos cachoeiranos, e que promete ser o melhor da região como anuncia a Prefeitura Municipal da Cachoeira.
Dentro dos festejos juninos a Prefeitura institui em mais um ano o “Festival de Música Junina”, a ser realizado no dia 22 de junho, na Praça Góes Calmon (mais conhecida como Jardim Faquir).
O Festival é aberto aos compositores e cantores de música junina que podem participar do evento inscrevendo suas músicas que concorrerão em uma única eliminatória a três prêmios. A primeira colocada recebe um prêmio de R$ 1500.00, a segunda R$ 1000.00 e a terceira classificada R$ 500.00.
As inscrições que estão abertas desde o dia 2 de maio, se encerram no dia 4 de junho, segundo a Coordenação do Evento, que pede aos interessados que dirijam-se ao Posto de Informações Turísticas, situado na Rua Ana Néri, 7, com um cd ou fita cassete com a música gravada, 5 cópias da letra digitada e documentos pessoais.
O Festival, em mais um ano, visa promover uma competição sadia e alegre, que traga divertimento à comunidade, e valorize o forró tradicional e o bom pé-de-serra da região.
Aline Santos
segunda-feira, 28 de maio de 2007
Festa do Divino: herança portuguesa

No último domingo, 27 de maio, católicos cachoeiranos comemoraram a Festa do Divino Espírito Santo. Alguns locais extinguiram a festa, mas na cidade a tradição é preservada. A comemoração tem uma carga simbólica por ter sido trazida para o Brasil pelos portugueses no século XVI.
A Festa do Divino realiza-se 40 dias depois do domingo da ressurreição quando os católicos comemoram a descida do Espiríto Santo sobre os apóstolos.
Semanas anteriores, os devotos passaram pela cidade arrecadando donativos para a realização da festa. O cortejo teve início às 8 horas saindo da residência do imperador, representado este ano por Luís Henrique Ferreira de 7 anos. A procissão caminhou em direção à Igreja São João de Deus, onde aconteceu a celebração da missa.
Caio Barbosa,Gislene Mariano, Maiane Matos e Tamires Peixoto
quinta-feira, 17 de maio de 2007
Meios de transporte saem lotados de Cachoeira
Os usuários desse tipo de transporte reclamam todos os dias, mas nada é feito para a melhoria deste serviço.
A falta de segurança nos transportes alternativos pode ser verificada, além da superlotação, também na falta de uso de cintos de segurança. Uma passageira conta que no horário do almoço não há cobrador, só o motorista e quando alguém desce da van, às vezes, o motorista desce e fecha a porta, mas às vezes segue-se viagem de porta aberta, até que algum passageiro a feche, o que demonstra mais uma vez os riscos desse transporte.
Os passageiros pedem uma solução para a melhoria do serviço, já que parece que eles circulam sem a devida vistoria e fiscalização, o que pode ocasionar em acidentes.
Aline Pires, Jamile Teixeira, Joseane Vitena, Luciane Brito e Nirane Lopes.
Feira livre vira point da moda
Aline Pires, Jamile Teixeira, Joseane Vitena, Luciane Brito, Nirane Lopes.
CineCAHL agora nas segundas-feira
Não percam! Às 18H:30
Elton Vitor, Gabriel Amaral, Jadson Dias, Lorena Andrade e Vander Batista
segunda-feira, 14 de maio de 2007
Formando artistas
Acontece de 18 a 20 de maio a oficina de xilogravura no Hansen Bahia. A oficina começa com a palestra do professor de Belas Artes Roaleno Amâncio sobre a gravura na contemporaneidade e contará com a presença de mais sete professores de belas artes da UFBA que ministraram aulas teóricas e práticas sobre a xilografia. A oficina tem como objetivo formar jovens e adultos que a partir da xilogravura possam ter oportunidade de renda, a oficina visa também perpetuar a técnica que vem caindo em desuso com o tempo.
O projeto do Hanssen Bahia já aconteceu anteriormente e mostrou sucesso, é gratuita mas as vagas são limitadas e estão esgotadas mas a instituição pretende montar um curso permanente de xilogravura, revela Paulo Vitor 20 anos, funcionário do Hanssen, para ele ensinar a arte da xilogravura aos jovens de cachoeira ajuda a manter viva a memória do artista Hanssen e a formar futuros artistas.
Andréia Costa, Laiz Fraga, João Pedro, Sarah Lidya, Roberta, Ilani Silva
sexta-feira, 11 de maio de 2007
Em clima de São João
A cidade já tem um histórico no circuito baiano de São João, firmando-se neste contexto como referência regional. Além da fama, pode-se atribuir à Feira do Porto um tom gracioso de integração da cultura popular e badalação com a natureza, uma vez que o evento é realizado às margens do rio Paraguaçu, que banha a cidade.
Os preparativos para a festa já estão em andamento e aguçam a curiosidade da população que aguarda entusiasmadamente o início dos festejos. Até lá, a comunidade cachoeirana pode, desde já, aquecer a sola dos sapatos nos eventos intitulados de “Programação Esperando o São João” que serão realizados em diferentes bairros da cidade a partir do dia 19 de maio.
Maiores informações através do site: www.icachoeira.com .
Ana Clara Barros, Astrude Modesto, Ernest Bowes e Ted Sampaio
Frei Galvão passou por Belém da Cachoeira
Frei Antônio de Sant’anna Galvão foi canonizado o primeiro santo genuinamente brasileiro no dia 11 de maio. A santificação foi realizada pelo Papa Bento XVI em sua primeira visita ao país.A consagração de Frei Galvão está sendo muito representativa para a comunidade de Belém da Cachoeira, pois ele estudou em um Seminário Jesuíta no local. Em Belém, Frei Galvão, exerceu trabalho missionário, foi catequista, além de evangelizar e ajudar os carentes.
O coordenador da renovação carismática da cidade de São Félix, Antônio Carlos Cavalcanti, afirma que “para o Brasil, considerado o país com maior número de católicos do mundo, a canonização é motivo de orgulho e alegria”.
Caio Barbosa, Gislene Mariano, Maiane Matos e Tamires Peixoto
Cachoeira em ritmo de arrumação para o São João
A estrutura do mercado será mantida, fazendo apenas alguns retoques necessários e pinturas. A reforma não afeta o funcionamento do mercado, pois nas quartas, sextas e sábados – dias de feira – as obras são realizadas durante a noite. A cidade está pouco a pouco se preparando para os festejos juninos.
Conferência da publicitária Vera Rocha encerra Seminário de Comunicação da UFRB
O último dia do Seminário Nacional de Atualização Profissional realizado pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia ocorreu com a conferência “O Mercado Publicitário na Bahia” da Publicitária Vera Rocha, presidente do Sindicato das Agências de Publicidade e Propaganda do Estado da Bahia (SINAPRO-BAHIA). Entre os assuntos pautados estavam a importância de entender a trajetória da Publicidade na Bahia e as dificuldades enfrentadas nesta área ao longo do tempo.
Dentre as dificuldades que as agências de publicidade enfrentam na Bahia está a verba reduzida. Segundo a publicitária Vera Rocha, as agências baianas são muito criativas, porém há a falta de verbas que garantam a concorrência com as de outros estados. A Bahia já teve um mercado de propaganda mais florescente que ficava entre as três melhores do Brasil, perdendo posições só para São Paulo e Rio de Janeiro, hoje caiu muito nas colocações. Outro ponto destacado é que antigamente as agências tinham mais clientes, hoje as grandes campanhas de moda já não acontecem mais, tudo isso contribuiu para o enfraquecimento do setor e o seu encolhimento. O governo do Estado é considerado um dos maiores anunciantes atualmente, acompanhado de supermercados, loja de eletrodomésticos, faculdades e escolas.
Um assunto que está causando muito debate é a implantação da TV digital no Brasil. A publicitária Vera Rocha analisa a situação também no ramo da publicidade, segundo ela, quando for efetivada a implantação o quadro da agência publicitária irá mudar. Uma das grandes esperanças que deve ser concretizada através da TV digital é a democratização da informação, para isso a publicidade deverá desenvolver novos métodos que atenda as diferentes demandas que irão surgir.
Várias entidades contribuem para o bom funcionamento das agências através de orientação e fiscalização das mesmas. Dentre esses órgãos estão a SINAPRO, ABAP (Associação Brasileira de Agências de Publicidade), ABMP (Associação Baiana de Mercado Publicitário), CENP (Conselho Executivo das Normas-Padrão) e CONAR (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária).
O curso de Publicidade e Propaganda (PP) está presente em 21 instituições em Salvador, porém todas estas são particulares. Uma das propostas da UFRB é criar um curso de PP na universidade pública, com excelência de ensino e além de tudo, gratuito.
Alguns representantes da Sinterp (Sindicato dos trabalhadores em Rádio, TV e Publicidade da Bahia), que é associado ao CUT e a Fitert, estiveram presentes na Conferência da Publicitária Vera Rocha para protestar através de faixas e camisetas contra o baixo salário dos publicitários. Segundo eles, não poderiam deixar de aproveitar a situação para mostrar aos futuros profissionais da área de Comunicação Social qual a realidade enfrentada pelos atuantes da área, e que as mudanças devem ocorrer, por isso é que estão lutando através da "campanha salarial dos publicitários".
Aniversário da Associação dos Artistas movimenta comunidade
Andreia Costa, Laiz Fraga, Sarah Peixoto, Ilani Silva, Roberta Costa e João Pedro Prado
quinta-feira, 10 de maio de 2007
Alerta de greve
O movimento teve início nas universidades estaduais se alastrando nas escolas de ensino fundamental e médio. Após várias tentativas de acordo dos docentes com o governo, foi realizada uma assembléia em Salvador no dia 08 de maio que resultou na paralisação dos professores por três dias. As aulas retornarão dia 14 de maio.
Nilbélia Raposo, professora do Colégio Estadual da Cachoeira, graduada em Filosofia, Psicologia e Sociologia, acredita que por ser o governo Wagner as negociações serão facilitadas, evitando efetivamente uma greve do corpo docente.
Por Marlene Lima e Maísa Almeida
terça-feira, 8 de maio de 2007
O jornalismo e a questão ambiental
No Seminário de Atualização Profissional que está sendo promovido pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, em Cachoeira, teve como pauta nesta terça-feira a Comunicação Ambiental.
Contando com a presença do palestrante Prof. Ms. Anaelson Leandro, da Universidade do Sudoeste da Bahia, foi discutido o avanço das discussões envolvendo as questões ambientais no Brasil e no mundo.
O professor fez uma análise dos impactos ambientais desde os primórdios da humanidade, mostrando que eles existem desde os primeiros contatos do homem com o meio ambiente. O surgimento do fogo e agricultura, por exemplo, são formas de impactos no meio ambiente que existem a muito tempo.
As várias correntes que surgiram ao longo do tempo, têm mudado as maneiras de interpretar a relação homem e natureza. Ele salientou a teoria malthusiana que encarava o crescimento populacional como a causa de uma possível catástrofe ambiental. Uma nova corrente, por sua vez, observava que este crescimento é a fundamentação do capitalismo e é impossível pará-lo, mas que é possível desenvolver a tecnologia a favor do meio ambiente. Essa teoria foi chamada de modernização ecológica.
Um fato que o professor chamou atenção foi a confusão que existe entre ambiental e ecológico. Ele explicou que um ecologista é um estudioso da área, como um biólogo ou um engenheiro ambiental. Já um ambientalista é um militante da causa ambiental. É quem está lutando pela preservação do meio ambiente.
Conferências importantes aconteceram nas últimas décadas e representaram marcos importantes para o desenvolvimento da questão ambiental. A primeira foi em 1972, a Conferência Mundial da ONU, onde os jornalistas começaram a se fazerem presentes nas discussões sobre o assunto. Em 1987 surge a idéia de desenvolvimento sustentável. É discutida a idéia de que para se desenvolver é preciso repor a natureza tudo aquilo que dela é tirada. Em 1992, ocorreu o Rio/92, mas conhecido como Eco/92. Essa foi a que reuniu o maior número de governantes e contou com a participação das ONG’s. O Eco/92 iniciou o verdadeiro engajamento dos meios de comunicação nas questões ambientais.
O professor Anaelson disse ainda que é necessário que os jornalistas trabalhem em prol da divulgação do que acontece e do que pode acontecer em relação ao meio ambiente, não somente mostrar o que é belo ou em momentos de desastres ambientais.
segunda-feira, 7 de maio de 2007
Deputado fala de TV digital e diverge de Lula
digital e diverge de Lula
O deputado federal Walter Pinheiro (PT-Ba), veio a Cachoeira para participar do Seminário de Atualização Profissional, realizado pelo curso de comunicação da UFRB e disparou algumas farpas contra o governo.
Em participação, hoje pela manhã, em uma conferência com estudantes do curso de Jornalismo da UFRB e estudantes do Colégio Estadual da Cachoeira, o deputado federal falou mais de duas horas sobre a TV digital e suas implicações para o futuro das telecomunicações brasileiras.
Deixando claro que o que estava em jogo era a democratização da comunicação e informação, o deputado falou sobre as implicações do uso da futura TV digital para que seja ampliada a rede e os meios que estão dentro da comunicação e divulgação da informação. No inicio de sua fala, Pinheiro bateu levemente nas grandes redes de televisão e nas teles, mas deixou claro que “seria estupidez da minha parte falar mal da emissora A ou B”.
Entrando na parte técnica sobre a TV digital o deputado ainda respondeu sobre como a televisão englobaria as varias funções de outros meios, como já fazem a telefonia com o rádio e a própria televisão.
Foi formado um grupo de estudos para criar um modelo brasileiro, mas o modelo que o governo escolheu foi o japonês. A escolho do modelo nipônico, não afeta o uso de outros modelos, segundo o deputado, pois um pesquisador da PUC-RJ já desenvolvera um aparelho que seria capaz de operar nos diferentes modelos.
Questionado sobre o porquê que o presidente cedeu à pressão dos lobistas, sendo ele mesmo um vitorioso nas eleições em que a grande imprensa só criticou e literalmente desceu o cacete o deputado falou: “o governo tem medo da pressão da imprensa por isso o jeito é o congresso tomar a frente”, se referindo ao uso do modelo brasileiro de TV digital. Falando que para que a TV tenha êxito é preciso criar uma rede de capilaridade das transmissões.
No fim, ainda falou que já esteve com o governador Jacques Wagner, e lhe disse que se a AGECOM não tivesse um projeto que não fosse burocrata, a agência seria transformada em um balcão de negociação das despesas com propagando do governo.
Elton Vitor, Gabriel Amaral Pires, Jadson Dias, Lorena Andrade, Vander Luis
sexta-feira, 4 de maio de 2007
Novo juiz em Cachoeira
O juiz anterior, Dr. Alberto, foi promovido para Salvador e durante os quase dez anos em que morou e trabalhou em Cachoeira criou forte vínculo com a comunidade. Ele comandava alguns projetos sociais, destacando-se o Natal da família legal. Dr. Ricardo Augusto pretende dá continuidade a esses projetos, procurando aperfeiçoá-los se possível.
Por Narcides Casais, Aline Santos, Maísa Almeida, Marlene Lima e Rafaela Santana
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Boom das Lan-Houses
Cachoeira está cada vez mais informatizada. O fenômeno se reflete no aumento do número de locais de acesso à Internet, principalmente nos últimos dois anos. O interessante do fato é que, apesar de ser uma cidade histórica do interior, Cachoeira acompanha os avanços tecnológicos contemporâneos.Entretanto, os usuários da Internet, em sua maioria jovens, não conseguem percebê-la para além do entretenimento. Eles acessam principalmente sites de relacionamento e bate-papo. Quando questionado sobre o assunto, Geraldo comenta: “A Internet seria um melhor instrumento se fosse utilizada com fins educativos”.
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Universidade aumenta a perspectiva dos alunos
Aline Pires, Joseane Vitena, Jamile Teixeira, Luciane Brito, Nirane Lopes
UFRB já é realidade
Aline Pires, Jamile Teixeira, Joseane Vitena, Luciane Brito, Nirane Lopes
Cinema na UFRB
Os estudantes da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) promoverão a partir do dia 02 de maio uma sessão de cinema quinzenal no CAHL - Centro de Artes, Humanidades e Letras - às 18:00.
O CINECAHL foi uma idéia dos alunos de Jornalismo e História a fim de promover uma interação entre comunidade e universidade.
Em cartaz, já nesta primeira semana, estará o filme Diamante de Sangue, de Edward Zwick.
As sessões serão seguidas de uma análise crítica do filme, realizada pela comissão responsável.
O valor simbólico do ingresso será de apenas R$ 1,00.
Elton Vitor, Gabriel Amaral Pires, Jadson Dias, Lorena Andrade e Vander Luis.
Silêncio, por favor!
Transtorno: Carros de som publicitários ocasionam poluição sonora na comunidade de Cachoeira, em especial, próximos a hospitais e escolas.
O principal meio de publicidade da cidade são os carros de som, que anunciam desde promoções do comércio até notas de falecimento. Por falta de conhecimento ou simples desrespeito da lei, os carros passam por escolas e hospitais sem diminuírem o volume. No caso da UFRB, que funciona no anexo do Colégio Estadual da Cachoeira, os professores chegam a parar as aulas por não conseguirem competir com a altura dos anúncios.
Um projeto de Lei 7406/06, criado pelo deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), estabelece diretrizes, critérios e limites para o controle e fiscalização da emissão de sons e ruídos de qualquer natureza. A proposta considera prejudiciais à saúde e ao sossego público as emissões de sons e ruídos superiores aos limites estabelecidos no nível de critério de avaliação (NCA) para ambientes externos, definidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A desobediência dessas normas acarretará ao infrator as penalidades de advertência, multa, interdição temporária ou definitiva da atividade, fechamento do estabelecimento e apreensão da fonte sonora. O valor da multa será de R$ 1,5 mil. O produto arrecadado pela aplicação de multas deverá ser aplicado em programas da área de educação ambiental.
Este tipo de publicidade, comum na região do Recôncavo, já levou algumas cidades a se posicionarem. A cidade de Santo Antônio de Jesus, a 65 km de Cachoeira, proibiu no dia 16 de abril, a circulação de carros de som pelo centro e ruas adjacentes.
Elton Vitor, Gabriel Amaral Pires, Jadson Dias, Lorena Andrade e Vander Luis
sexta-feira, 20 de abril de 2007
Reforma de trilhos interditam ruas de São Félix
Segundo Iedo Costa, Secretário de Infra-estrutura do município, coube à prefeitura ceder material e mão de obra enquanto a FCA ficaria responsável pela troca dos trilhos, uma vez que os antigos já estavam ultrapassados e já não respondia com os padrões de segurança. “O trem que corta a cidade hoje já não é mais o mesmo de quando os trilhos foram colocados e por isso é necessária essa troca.” Disse o secretário.
Além da troca dos trilhos, também estão sendo recuperadas partes do calçamento consideradas de baixa qualidade.
Quando entrevistada, Karina Madureira, Secretária de Ação Social fala que as obras não têm criado transtornos à população, de forma que não inviabiliza o transporte ferroviário nem o comércio local, “o único transtorno se dá pela mudança da rota dos veículos que são desviados para uma outra via”, disse.
A obra encontra-se em fase final de desenvolvimento causando a interdição da ponte por algumas horas.
Ana Clara Barros, Astrude Modesto, Ernest Bowes e Ted Sampaio
quinta-feira, 19 de abril de 2007
Movimento estudantil da UFRB se organiza
O prédio, antes sede de uma fabrica de charutos, está em processo de reforma desde julho de 2006 e previsões diversas já foram dadas sobre a entrega da obra. Atualmente, o campos da UFRB está localizado no anexo do Colégio Estadual de Cachoeira causando, por vários motivos, descontentamento ao corpo discente da universidade que, mesmo com um Diretório Central dos Estudantes (DCE) ainda em formação, organizou-se em protesto as debilidades estruturais da instituição.
Biblioteca, laboratórios específicos e a própria entrega da obra no quarteirão Leite Alves, foram os principais alvos do protesto, visto que toda universidade demanda livros, os cursos implantados demandam laboratórios e outro processo seletivo está previsto para o meio do ano, alem da implantação de novos cursos.
Andréia Costa, Sarah Peixoto, Ilani Silva, João Pedro
CAPS de Cachoeira desenvolve Projeto Social
O Psiquiatra do CAPS, Dr. Antonio Amorim, afirma que com essa perspectiva de implantar medidas preventivas, futuramente o número de portadores de doenças mentais efetivas poderá decrescer.
O CAPS também conta com um serviço de semi-internamento, onde pacientes passam boa parte do dia desenvolvendo atividades com os profissionais de saúde, com intuito de promover uma maior interação entre pacientes e profissionais e, conseqüentemente, entre pacientes e a sociedade.
Elton Vitor, Gabriel Amaral Pires, Jadson Dias, Lorena Andrade e Vander Luis
S.O.S. Paraguaçu

Andréia Costa, Sarah Peixoto, Laiz Fraga, Ilani Silva, João Pedro e Roberta Costa.
Descaso artesanal
A cidade de Cachoeira possui um grande número de artistas que trabalham com peças artesanais, mas se você andar pelas ruas vai encontrar poucas pessoas vendendo ou mostrando o seu meio de sobrevivência.
OBSTÁCULOS Não existe um local especifico para a demonstração desse tipo de atividade, as barracas geralmente ficam expostas nas calçadas do centro, local que atrapalha a passagem dos pedestres quando as pessoas param para comprar as peças, causando um tumulto no lugar instalado.
OPINIÃO DO ARTISTA Raimundo Pereira de Almeida, que começou a produzir brincos, colares, e anéis a partir do contato com hippies afirma que a cidade não incentiva os artesãos e que é preciso estar sempre viajando para outras localidades que possuem eventos culturais para manter o sustento.
Ilani Silva, Andréia Costa, Sarah Peixoto, Laiz Fraga, João Pedro
É dia de feira

A feira livre da cidade da Cachoeira tem uma diversidade enorme de produtos. Lá pode-se encontrar confecções, bijuterias, frutas, verduras, ervas, flores, produtos de limpeza e utensílios para o lar .
Essa feira acontece todas quartas, sextas, e sábados e tem cerca de 80 barracas de confecções, 28 barracas de bijuterias, 70 barracas de frutas e verduras e conta com quase 700 pessoas trabalhando segundo o ultimo censo feito pela Prefeitura Municipal de Cachoeira . Cada feirante paga R$2,00 á R$3,00 reais por barraca, todos os dias da feira .
É crescente a procura de barracas, por parte da sociedade, segundo Paulo César fiscal da prefeitura, esse aumento da procura por barraca, se deu com o crescimento das taxas de desemprego, as pessoas vêem na feira uma oportunidade de trabalho, já que o mercado de trabalho não as absorve.
Essa feira já é tradição em Cachoeira e tem grande importância não só comercial como cultural no cotidiano dos cachoeiranos .
Sarah Peixoto, Andréia Costa, Ilani Silva, Laiz Fraga, João Pedro
O perigo do aneurisma

SOBRE A DOENÇA
Caio Barbosa, Gislene Mariano, Maiane Matos e Tamires Peixoto
Carros de som se destacam em meio publicitário
Os fins desse mecanismo de publicidade são variados. Vai desde notas de falecimento, a propagandas dos monopólios de mercados.
Na funerária de cachoeira, por exemplo, para cada caixão comprado, o cliente ganha o anúncio da morte de seu parente, ou afins, para o resto da comunidade. “Temos que competir no mercado de cachoeira, que apesar de cidade pequena, tem grande potencial para vendas e o único meio de propaganda, além da radio local, são os carros de som”, afirma o vendedor de materiais variados J. Lima.
E não é só para vendas que os carros de sons são contratados. Estudantes da UFRB, por exemplo, os contrataram para participar do trote e fizeram a maior festa na cidade pacata de Cachoeira. Além, é claro, de campanhas do governo, comícios de possíveis governantes e festas em cidades próximas.
“O carro de som, diferente das cidades grandes, Salvador e Feira de Santana, é um ótimo negócio para quem quer trabalhar de forma independente” justifica Alan Santos, 21 anos, que reformou o carro velho do pai porque não conseguia nenhum emprego pela comunidade.
Portanto, quem for um dia para Cachoeira e se deparar com carros de sons publicitários, não se espante, pois é peculiar na cidade.
Ana Clara Barros, Astrude Modesto, Ernest Bowes e Ted Sampaio
Ausência de lixeiras causa danos a Cachoeira
A situação não é vista apenas nas periferias. No centro histórico, com destaque para a Avenida Beira Rio, o caso é ainda mais crítico. O lixo, sobretudo copos descartáveis lançados por freqüentadores dos diversos bares do local, é arrastado pelo vento e pela chuva para as margens do Rio Paraguaçu, que banha a cidade, ocasionando numa agressão à natureza.
IMPACTO AMBIENTAL
Ao atravessarmos a ponte D. Pedro II, que liga as cidades de Cachoeira e São Félix, presenciamos uma triste cena. Garrafas, plásticos, móveis velhos, pneus e materiais que teriam como destino o aterro sanitário são descartados no rio. É um desastre que afeta a todos, principalmente, ao ecossistema aquático.
Da Escola para o Mundo das Artes
EDUCAÇÃO E ARTE Escolas incentivam a admiração pelas artes.
A Secretaria Municipal de Educação do município de São Félix realiza como parte do seu ciclo de atividades o Projeto Arte e Educação, em que toda semana realiza visitas monitoradas com os alunos de 1ª a 4ª série ao Museu Hansen Bahia, Centro Cultural Danneman e Casa da Cultura Américo Simas.
Nessas vistas os alunos conhecem um pouco da história das Artes e aprendem a diferenciá-las entre plásticas, contemporâneas e artesanais. Essa iniciativa tem o objetivo de estimular o interesse das crianças, a valorização e a percepção do mundo das artes. O que pode representar futuramente uma nova cultura.
Aline Pires, Joseane Vitena, Jamile Teixeira, Luciane Brito, Nirane Lopes.
Licor e São João, tudo de bom

Rosival Pinto, 46 anos, conhecido como Roque, vive, como muitos outros cachoeiranos, da venda do licor. Um pequeno balcão e duas portas amplas de uma casa como qualquer outra da cidade de Cachoeira, esconde uma fábrica artesanal de licor. Roque, demonstra orgulho do seu negócio e revela que aquela é a primeira fábrica da cidade: “Existe desde meu avô, que passou a técnica para meu pai e hoje eu tomo conta do negócio”, conta Roque.
Laiz Fraga, Ilani Silva, Andréia Costa, Sarah Peixoto, João Pedro Prado, Roberta Costa.