
Em Cachoeira, onde as festas juninas são esperadas com empolgação, o licor é artigo primordial. Faltando dois meses para o São João, o consumo e a produção da bebida, que ajuda a animar a festa, cresce consideravelmente.
Rosival Pinto, 46 anos, conhecido como Roque, vive, como muitos outros cachoeiranos, da venda do licor. Um pequeno balcão e duas portas amplas de uma casa como qualquer outra da cidade de Cachoeira, esconde uma fábrica artesanal de licor. Roque, demonstra orgulho do seu negócio e revela que aquela é a primeira fábrica da cidade: “Existe desde meu avô, que passou a técnica para meu pai e hoje eu tomo conta do negócio”, conta Roque.
Laiz Fraga, Ilani Silva, Andréia Costa, Sarah Peixoto, João Pedro Prado, Roberta Costa.
Rosival Pinto, 46 anos, conhecido como Roque, vive, como muitos outros cachoeiranos, da venda do licor. Um pequeno balcão e duas portas amplas de uma casa como qualquer outra da cidade de Cachoeira, esconde uma fábrica artesanal de licor. Roque, demonstra orgulho do seu negócio e revela que aquela é a primeira fábrica da cidade: “Existe desde meu avô, que passou a técnica para meu pai e hoje eu tomo conta do negócio”, conta Roque.
Laiz Fraga, Ilani Silva, Andréia Costa, Sarah Peixoto, João Pedro Prado, Roberta Costa.
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