quinta-feira, 26 de abril de 2007
Universidade aumenta a perspectiva dos alunos
Aline Pires, Joseane Vitena, Jamile Teixeira, Luciane Brito, Nirane Lopes
UFRB já é realidade
Aline Pires, Jamile Teixeira, Joseane Vitena, Luciane Brito, Nirane Lopes
Cinema na UFRB
Os estudantes da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) promoverão a partir do dia 02 de maio uma sessão de cinema quinzenal no CAHL - Centro de Artes, Humanidades e Letras - às 18:00.
O CINECAHL foi uma idéia dos alunos de Jornalismo e História a fim de promover uma interação entre comunidade e universidade.
Em cartaz, já nesta primeira semana, estará o filme Diamante de Sangue, de Edward Zwick.
As sessões serão seguidas de uma análise crítica do filme, realizada pela comissão responsável.
O valor simbólico do ingresso será de apenas R$ 1,00.
Elton Vitor, Gabriel Amaral Pires, Jadson Dias, Lorena Andrade e Vander Luis.
Silêncio, por favor!
Transtorno: Carros de som publicitários ocasionam poluição sonora na comunidade de Cachoeira, em especial, próximos a hospitais e escolas.
O principal meio de publicidade da cidade são os carros de som, que anunciam desde promoções do comércio até notas de falecimento. Por falta de conhecimento ou simples desrespeito da lei, os carros passam por escolas e hospitais sem diminuírem o volume. No caso da UFRB, que funciona no anexo do Colégio Estadual da Cachoeira, os professores chegam a parar as aulas por não conseguirem competir com a altura dos anúncios.
Um projeto de Lei 7406/06, criado pelo deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), estabelece diretrizes, critérios e limites para o controle e fiscalização da emissão de sons e ruídos de qualquer natureza. A proposta considera prejudiciais à saúde e ao sossego público as emissões de sons e ruídos superiores aos limites estabelecidos no nível de critério de avaliação (NCA) para ambientes externos, definidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A desobediência dessas normas acarretará ao infrator as penalidades de advertência, multa, interdição temporária ou definitiva da atividade, fechamento do estabelecimento e apreensão da fonte sonora. O valor da multa será de R$ 1,5 mil. O produto arrecadado pela aplicação de multas deverá ser aplicado em programas da área de educação ambiental.
Este tipo de publicidade, comum na região do Recôncavo, já levou algumas cidades a se posicionarem. A cidade de Santo Antônio de Jesus, a 65 km de Cachoeira, proibiu no dia 16 de abril, a circulação de carros de som pelo centro e ruas adjacentes.
Elton Vitor, Gabriel Amaral Pires, Jadson Dias, Lorena Andrade e Vander Luis
sexta-feira, 20 de abril de 2007
Reforma de trilhos interditam ruas de São Félix
Segundo Iedo Costa, Secretário de Infra-estrutura do município, coube à prefeitura ceder material e mão de obra enquanto a FCA ficaria responsável pela troca dos trilhos, uma vez que os antigos já estavam ultrapassados e já não respondia com os padrões de segurança. “O trem que corta a cidade hoje já não é mais o mesmo de quando os trilhos foram colocados e por isso é necessária essa troca.” Disse o secretário.
Além da troca dos trilhos, também estão sendo recuperadas partes do calçamento consideradas de baixa qualidade.
Quando entrevistada, Karina Madureira, Secretária de Ação Social fala que as obras não têm criado transtornos à população, de forma que não inviabiliza o transporte ferroviário nem o comércio local, “o único transtorno se dá pela mudança da rota dos veículos que são desviados para uma outra via”, disse.
A obra encontra-se em fase final de desenvolvimento causando a interdição da ponte por algumas horas.
Ana Clara Barros, Astrude Modesto, Ernest Bowes e Ted Sampaio
quinta-feira, 19 de abril de 2007
Movimento estudantil da UFRB se organiza
O prédio, antes sede de uma fabrica de charutos, está em processo de reforma desde julho de 2006 e previsões diversas já foram dadas sobre a entrega da obra. Atualmente, o campos da UFRB está localizado no anexo do Colégio Estadual de Cachoeira causando, por vários motivos, descontentamento ao corpo discente da universidade que, mesmo com um Diretório Central dos Estudantes (DCE) ainda em formação, organizou-se em protesto as debilidades estruturais da instituição.
Biblioteca, laboratórios específicos e a própria entrega da obra no quarteirão Leite Alves, foram os principais alvos do protesto, visto que toda universidade demanda livros, os cursos implantados demandam laboratórios e outro processo seletivo está previsto para o meio do ano, alem da implantação de novos cursos.
Andréia Costa, Sarah Peixoto, Ilani Silva, João Pedro
CAPS de Cachoeira desenvolve Projeto Social
O Psiquiatra do CAPS, Dr. Antonio Amorim, afirma que com essa perspectiva de implantar medidas preventivas, futuramente o número de portadores de doenças mentais efetivas poderá decrescer.
O CAPS também conta com um serviço de semi-internamento, onde pacientes passam boa parte do dia desenvolvendo atividades com os profissionais de saúde, com intuito de promover uma maior interação entre pacientes e profissionais e, conseqüentemente, entre pacientes e a sociedade.
Elton Vitor, Gabriel Amaral Pires, Jadson Dias, Lorena Andrade e Vander Luis
S.O.S. Paraguaçu

Andréia Costa, Sarah Peixoto, Laiz Fraga, Ilani Silva, João Pedro e Roberta Costa.
Descaso artesanal
A cidade de Cachoeira possui um grande número de artistas que trabalham com peças artesanais, mas se você andar pelas ruas vai encontrar poucas pessoas vendendo ou mostrando o seu meio de sobrevivência.
OBSTÁCULOS Não existe um local especifico para a demonstração desse tipo de atividade, as barracas geralmente ficam expostas nas calçadas do centro, local que atrapalha a passagem dos pedestres quando as pessoas param para comprar as peças, causando um tumulto no lugar instalado.
OPINIÃO DO ARTISTA Raimundo Pereira de Almeida, que começou a produzir brincos, colares, e anéis a partir do contato com hippies afirma que a cidade não incentiva os artesãos e que é preciso estar sempre viajando para outras localidades que possuem eventos culturais para manter o sustento.
Ilani Silva, Andréia Costa, Sarah Peixoto, Laiz Fraga, João Pedro
É dia de feira

A feira livre da cidade da Cachoeira tem uma diversidade enorme de produtos. Lá pode-se encontrar confecções, bijuterias, frutas, verduras, ervas, flores, produtos de limpeza e utensílios para o lar .
Essa feira acontece todas quartas, sextas, e sábados e tem cerca de 80 barracas de confecções, 28 barracas de bijuterias, 70 barracas de frutas e verduras e conta com quase 700 pessoas trabalhando segundo o ultimo censo feito pela Prefeitura Municipal de Cachoeira . Cada feirante paga R$2,00 á R$3,00 reais por barraca, todos os dias da feira .
É crescente a procura de barracas, por parte da sociedade, segundo Paulo César fiscal da prefeitura, esse aumento da procura por barraca, se deu com o crescimento das taxas de desemprego, as pessoas vêem na feira uma oportunidade de trabalho, já que o mercado de trabalho não as absorve.
Essa feira já é tradição em Cachoeira e tem grande importância não só comercial como cultural no cotidiano dos cachoeiranos .
Sarah Peixoto, Andréia Costa, Ilani Silva, Laiz Fraga, João Pedro
O perigo do aneurisma

SOBRE A DOENÇA
Caio Barbosa, Gislene Mariano, Maiane Matos e Tamires Peixoto
Carros de som se destacam em meio publicitário
Os fins desse mecanismo de publicidade são variados. Vai desde notas de falecimento, a propagandas dos monopólios de mercados.
Na funerária de cachoeira, por exemplo, para cada caixão comprado, o cliente ganha o anúncio da morte de seu parente, ou afins, para o resto da comunidade. “Temos que competir no mercado de cachoeira, que apesar de cidade pequena, tem grande potencial para vendas e o único meio de propaganda, além da radio local, são os carros de som”, afirma o vendedor de materiais variados J. Lima.
E não é só para vendas que os carros de sons são contratados. Estudantes da UFRB, por exemplo, os contrataram para participar do trote e fizeram a maior festa na cidade pacata de Cachoeira. Além, é claro, de campanhas do governo, comícios de possíveis governantes e festas em cidades próximas.
“O carro de som, diferente das cidades grandes, Salvador e Feira de Santana, é um ótimo negócio para quem quer trabalhar de forma independente” justifica Alan Santos, 21 anos, que reformou o carro velho do pai porque não conseguia nenhum emprego pela comunidade.
Portanto, quem for um dia para Cachoeira e se deparar com carros de sons publicitários, não se espante, pois é peculiar na cidade.
Ana Clara Barros, Astrude Modesto, Ernest Bowes e Ted Sampaio
Ausência de lixeiras causa danos a Cachoeira
A situação não é vista apenas nas periferias. No centro histórico, com destaque para a Avenida Beira Rio, o caso é ainda mais crítico. O lixo, sobretudo copos descartáveis lançados por freqüentadores dos diversos bares do local, é arrastado pelo vento e pela chuva para as margens do Rio Paraguaçu, que banha a cidade, ocasionando numa agressão à natureza.
IMPACTO AMBIENTAL
Ao atravessarmos a ponte D. Pedro II, que liga as cidades de Cachoeira e São Félix, presenciamos uma triste cena. Garrafas, plásticos, móveis velhos, pneus e materiais que teriam como destino o aterro sanitário são descartados no rio. É um desastre que afeta a todos, principalmente, ao ecossistema aquático.
Da Escola para o Mundo das Artes
EDUCAÇÃO E ARTE Escolas incentivam a admiração pelas artes.
A Secretaria Municipal de Educação do município de São Félix realiza como parte do seu ciclo de atividades o Projeto Arte e Educação, em que toda semana realiza visitas monitoradas com os alunos de 1ª a 4ª série ao Museu Hansen Bahia, Centro Cultural Danneman e Casa da Cultura Américo Simas.
Nessas vistas os alunos conhecem um pouco da história das Artes e aprendem a diferenciá-las entre plásticas, contemporâneas e artesanais. Essa iniciativa tem o objetivo de estimular o interesse das crianças, a valorização e a percepção do mundo das artes. O que pode representar futuramente uma nova cultura.
Aline Pires, Joseane Vitena, Jamile Teixeira, Luciane Brito, Nirane Lopes.
Licor e São João, tudo de bom

Rosival Pinto, 46 anos, conhecido como Roque, vive, como muitos outros cachoeiranos, da venda do licor. Um pequeno balcão e duas portas amplas de uma casa como qualquer outra da cidade de Cachoeira, esconde uma fábrica artesanal de licor. Roque, demonstra orgulho do seu negócio e revela que aquela é a primeira fábrica da cidade: “Existe desde meu avô, que passou a técnica para meu pai e hoje eu tomo conta do negócio”, conta Roque.
Laiz Fraga, Ilani Silva, Andréia Costa, Sarah Peixoto, João Pedro Prado, Roberta Costa.