terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Monumenta recupera orlas de Cachoeira e São Félix

As orlas de Cachoeira e São Félix estão sendo revitalizadas. A primeira etapa da obra, que contempla apenas Cachoeira, começou desde novembro e tem previsão de término para setembro de 2008. A obra está sendo realizada pelo governo federal através do programa Monumenta. A construtora Nautillus é a empresa responsável pela obra, com custo avaliado em R$1.909.710,09, como informa Larissa Melo, engenheira responsável pelo programa Monumenta na cidade.
Alertados para o fato de que a tradicional festa junina é realizada no local, as obras foram iniciadas próximas ao palanque oficial. Larissa Melo garante que até junho o espaço já estará recuperado e disponível para a realização do evento.

Por Jamile Teixeira, Joseane Vitena, Marlene Lima e Nirane Lopes.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Flores na praça

"Nunca se viu uma praça tão bonita!"Assim exclamou uma senhora quando passou pela Praça Senador Themistocles,localizada no coração de Cruz das Almas,onde aconteceu a 3ª edição da Expoflores,que teve por finalidade mostrar a variada produção de flores e tendencias na area tecnologica,alem de divulgar produtos artesanais oriundos de diversas cidades baianas como Porto seguro e Mutuípe.O evento,promovido pela UFRB em parceria com a prefeitura local,tambem contou com a presença da EMBRAPA,EBDA e SEBRAE,que mostraram os seus projetos na area da pesquisa.
EMPREENDEDORISMO:Empresas no ramo floricultor estiveram presentes no evento,o que demonstra um aspecto importante na descoberta ddeste novo filão em Cruz das almas.Para o prefeito Orlandinho,o ramo de flores se constitui como atividade promissora,que gera emprego e renda,dando o direito à ocupação nas comunidades.Já o integrante do projeto Flores da Bahia reclama da falta de divulgação,mas vê com bons olhos a inserção desta atividade na vida economica da cidade.A partir de agora,alem da cultura do fumo,citricos e mandioca,Cruz das Almas se tornou a terra das flores.

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Competição e Festa em mais um São João

Prefeitura promove festival que abre as festas de São João na cidade da Cachoeira


O mês de junho próximo a chegar faz com que a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo da Cachoeria entre em ritmo intenso de atividade, em função dos preparativos do São João, tão esperado pelos cachoeiranos, e que promete ser o melhor da região como anuncia a Prefeitura Municipal da Cachoeira.
Dentro dos festejos juninos a Prefeitura institui em mais um ano o “Festival de Música Junina”, a ser realizado no dia 22 de junho, na Praça Góes Calmon (mais conhecida como Jardim Faquir).
O Festival é aberto aos compositores e cantores de música junina que podem participar do evento inscrevendo suas músicas que concorrerão em uma única eliminatória a três prêmios. A primeira colocada recebe um prêmio de R$ 1500.00, a segunda R$ 1000.00 e a terceira classificada R$ 500.00.
As inscrições que estão abertas desde o dia 2 de maio, se encerram no dia 4 de junho, segundo a Coordenação do Evento, que pede aos interessados que dirijam-se ao Posto de Informações Turísticas, situado na Rua Ana Néri, 7, com um cd ou fita cassete com a música gravada, 5 cópias da letra digitada e documentos pessoais.
O Festival, em mais um ano, visa promover uma competição sadia e alegre, que traga divertimento à comunidade, e valorize o forró tradicional e o bom pé-de-serra da região.

Aline Santos

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Festa do Divino: herança portuguesa


No último domingo, 27 de maio, católicos cachoeiranos comemoraram a Festa do Divino Espírito Santo. Alguns locais extinguiram a festa, mas na cidade a tradição é preservada. A comemoração tem uma carga simbólica por ter sido trazida para o Brasil pelos portugueses no século XVI.
A Festa do Divino realiza-se 40 dias depois do domingo da ressurreição quando os católicos comemoram a descida do Espiríto Santo sobre os apóstolos.
Semanas anteriores, os devotos passaram pela cidade arrecadando donativos para a realização da festa. O cortejo teve início às 8 horas saindo da residência do imperador, representado este ano por Luís Henrique Ferreira de 7 anos. A procissão caminhou em direção à Igreja São João de Deus, onde aconteceu a celebração da missa.

Caio Barbosa,Gislene Mariano, Maiane Matos e Tamires Peixoto

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Meios de transporte saem lotados de Cachoeira

Frases como “já tá muito cheia”, “não sou sardinha pra tá enlatada” ou “vai botar na minha cabeça é?” são muito comuns quando se pega uma van como transporte em Cachoeira. Os meios de transporte saem lotados para as cidades vizinhas como Muritiba, Cruz das Almas, Feira de Santana, o que causa grande desconforto e perigo aos passageiros que precisam circular por essas cidades. As vans que deveriam comportar no máximo 12 pessoas estão saindo com até 18.
Os usuários desse tipo de transporte reclamam todos os dias, mas nada é feito para a melhoria deste serviço.
A falta de segurança nos transportes alternativos pode ser verificada, além da superlotação, também na falta de uso de cintos de segurança. Uma passageira conta que no horário do almoço não há cobrador, só o motorista e quando alguém desce da van, às vezes, o motorista desce e fecha a porta, mas às vezes segue-se viagem de porta aberta, até que algum passageiro a feche, o que demonstra mais uma vez os riscos desse transporte.
Os passageiros pedem uma solução para a melhoria do serviço, já que parece que eles circulam sem a devida vistoria e fiscalização, o que pode ocasionar em acidentes.

Aline Pires, Jamile Teixeira, Joseane Vitena, Luciane Brito e Nirane Lopes.

Feira livre vira point da moda

A feira livre de Cachoeira, tradicionalmente conhecida desde os tempos em que a cidade era o centro econômico do estado, se transformou no maior centro de compras da região todas as quartas-feiras. Moradores das cidades circunvizinhas aproveitam os baixos preços e a comodidade para fazer suas compras na cidade. São roupas, calçados, alimentos e até eletrodomésticos. A concorrência pelos “modelitos da moda” é grande entre as mulheres, estas acham as roupas mais baratas do que nas lojas tradicionais. “Aqui tudo é mais barato” diz Argelina Rocha, que se julga compradora fiel do “Shopping Chão”, maneira pela qual a feira é carinhosamente chamada pelos populares. Os feirantes não só cachoeiranos, mas também de outros municípios, como é o caso de seu Pedro “surdo”, residente de Conceição da feira, 67 anos, comemoram as vendas, muitos já trabalham nessa atividade há bastante tempo e nos últimos anos confirmam que o lucro tem aumentado o que é de fundamental importância, pois para a maioria essa é a única fonte de renda. O mercado informal vem se destacando pelo seu crescimento e variedades em Cachoeira.

Aline Pires, Jamile Teixeira, Joseane Vitena, Luciane Brito, Nirane Lopes.
.